LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA DA SEGUNDA-FEIRA
DA SEMANA SANTA
30.03.2026
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os
ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em
sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se
às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz
o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços,
saúda-o:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o
amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: De coração contrito e humilde,
aproximemo-nos do Deus Justo e Santo, para que tenha piedade de nós pecadores.
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo responde:
℟.: Porque somos pecadores.
O sacerdote:
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
℟.: E dai-nos a vossa salvação.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de
nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.:
Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.:
Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO COLETA
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o
sacerdote abrindo os braços reza:
Deus todo-poderoso, concedei a nós, que desfalecemos em nossa
fraqueza, recobrar novo alento pelos méritos da paixão do vosso Filho
Unigênito.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito
Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel
“Eis o meu servo - eu o recebo; eis o meu eleito - nele se compraz minh'alma; pus meu espírito sobre ele, ele
promoverá o julgamento das nações. Ele não clama nem
levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas.
Não quebra uma cana rachada nem
apaga um pavio que ainda fumega; mas promoverá o
julgamento para obter a verdade. Não esmorecerá nem se
deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça
na terra; os países distantes esperam seus
ensinamentos”.
Isto diz o Senhor Deus, que
criou o céu e o estendeu, firmou a terra e tudo
que dela germina, que dá a respiração aos seus
habitantes e o sopro da vida ao que nela se move:“Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei
e te constituí como o centro de aliança do povo,
luz das nações, para abrires os olhos dos cegos,
tirar os cativos da prisão, livrar
do cárcere os que vivem nas trevas”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças
a Deus.
R. O Senhor é minha luz e salvação.
O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? – R.
Quando avançam os malvados contra mim, querendo devorar-me, são eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem. - R.
Se contra mim um exército se armar, não temerá meu coração; se contra mim uma batalha estourar, mesmo assim confiarei. - R.
Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na
terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no
Senhor! * - R.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
R. Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor!
V. Salve,
nosso Rei, somente vós tendes compaixão dos nossos erros.
R. Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o
no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus
lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do
altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Jo 11, 45-56)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se
for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O
Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,
segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e,
depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa
o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Seis
dias antes da Páscoa, Jesus foi para Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia
ressuscitado dos mortos. Ali ofereceram a Jesus um
jantar; Marta servia e
Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
Maria, tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu
os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A
casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo.
Então, falou Judas Iscariotes, um
dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar:
“Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para
as dar aos pobres?” Judas falou assim, não porque se
preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão;
ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela.
Jesus, porém, disse: “Deixa-a;
ela fez isto em vista do dia de minha sepultura.
Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”.
Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia,
foram para lá, não só por
causa de Jesus, mas também para verem Lázaro,
que Jesus havia ressuscitado dos mortos. Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, porque, por causa dele, muitos
deixavam os judeus e acreditavam em Jesus.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto
da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal,
o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os
fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a
celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos
pobres.
O sacerdote, de
pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um
pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com
o pão sobre o corporal.
O diácono ou o
sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o
sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar,
diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o
sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for
oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro
ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o
sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois,
no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e
diz:
Pres.: Orai,
irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa
oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este
sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa
Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida,
abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Olhai, Senhor, com bondade, os sagrados mistérios que celebramos;
o que em vossa misericórdia previdente instituístes para desfazer a nossa
condenação produza em nós frutos de vida eterna.
Por
Cristo, nosso Senhor.
PREFÁCIO DA PAIXÃO DO SENHOR II
A Vitória da Paixão
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos
graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo, Senhor nosso.
Pois sabemos que já se aproximam
os dias de sua paixão salvadora e de sua gloriosa ressurreição; dias em que é
vencido o poder do antigo inimigo e é celebrado o mistério da nossa redenção.
Por ele os coros dos Anjos, alegrando-se eternamente na vossa
presença, adoram a vossa grandeza. Concedei-nos, também a nós, associar-nos a
seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de
braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo, fonte
de toda santidade.
O sacerdote une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando
sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e
traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se
tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus
Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Nas fórmulas que
se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como
requer a sua natureza:
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão,
mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o
pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a
hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas
mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o
cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de
braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e
ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice
da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na
vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando
do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se
faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o
Papa Inocêncio, com o nosso Bispo N, os bispos do mundo inteiro, os
presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa
Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia,
dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de
todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz
eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de
todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram
na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
por Jesus Cristo,
vosso Filho.
DOXOLOGIA
Ergue o cálice e
a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a
vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda
glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o
sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes
de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de
união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre
os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos
as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos
deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de
braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e
dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre
livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz
esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une
as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz
em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O sacerdote une
as mãos e conclui:
Vós, que sois
Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo,
estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA
PAZ
Em seguida, se
for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e
irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o
pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de
Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz
genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre
o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se
alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que
tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que
entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e
reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente
comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma
a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um
pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai
comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no
Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma
suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento,
vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já
estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a
Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
ANTÍFONA DE
COMUNHÃO
(Cf. Sl 101, 3)
Se, porém, não se
canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por
alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter
comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: De mim não oculteis a vossa face, no dia em que estou angustiado! Inclinai o vosso ouvido para mim, ao invocar-vos, atendei-me sem demora!
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a
nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio
eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto
ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos
unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o
sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Visitai, Senhor, o
vosso povo e assisti com amor de Pai os que celebram os vossos mistérios, para
que conservemos, pela vossa proteção os remédios da salvação eterna que
recebemos de vossa misericórdia.
Por Cristo, nosso
Senhor.
℟.: Amém.
_______________________________
ORAÇÃO POR
OCASIÃO DO JUBILEU DOS 5 ANOS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO JOÃO DEL CREEPER
Somente no território de São João Del Creeper
Pres.: Ó Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós te
damos graças e te bendizemos por tantas maravilhas realizadas na tua Igreja
nesta Arquidiocese de São João del Creeper, ao longo destes cinco anos de ação
evangelizadora. Conduzidos pela caridade de Cristo, somos chamados a
testemunhar com fé, esperança e caridade, na justiça e na paz, o Batismo que
nos lavou, o Sangue que nos deu nova vida e o Espírito que nos ungiu.
Anunciando a Boa-Nova em novos tempos, queremos seguir em missão, atentos aos
clamores e às necessidades de nossos irmãos, guiados e iluminados pelo teu
Espírito, vivendo da misericórdia que vem de ti. Dá-nos a graça de responder
com fidelidade às exigências da ação evangelizadora da Igreja, formando teu
povo e colaborando na construção do teu Reino. Nossa Senhora do Pilar, nossa
Mãe e Padroeira, intercede por nós.
℟.: Amém.
_______________________________
ORAÇÃO POR
OCASIÃO DO JUBILEU DOS 5 ANOS DA ARQUIDIOCESE DE MARIANA
Somente no território de Mariana
Pres.: Senhor Deus, agradecemos pelos cinco
anos da Arquidiocese de Mariana, sinal da vossa graça e presença entre
nós. Abençoai nossos pastores e todo o povo de Deus, renovai nossa fé,
nossa unidade e ardor missionário, para que sejamos uma igreja fiel ao
evangelho. Sob a proteção de Nossa Senhora, conduzi-nos sempre no caminho
da esperança e do amor. Por Cristo nosso Senhor
℟.: Amém.
_______________________________
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o povo)
Se for
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o
povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Defendei, Senhor, os que se humilham e protegei os que confiam em
vossa misericórdia, a fim de que, preparando-se para a festa da Páscoa, não
façam apenas penitência corporal, mas busquem, o que é melhor, a pureza de
coração.
Por Cristo, nosso
Senhor.
℟.: Amém
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai
e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e
permaneça para sempre.
℟.: Amém.
Depois, o diácono
ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e
o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
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